Por Vitor Klein Professor do Depto de Governança Pública da UDESC
O ano é 2018; a TV dispara uma sequência nauseante de notícias. De um lado, em tom de ameaça, o líder norte-coreano faz um pronunciamento no qual enfatiza ter à sua mesa um botão nuclear; do outro lado, o presidente norte-americano replica, em sua conta do twitter, possuir um botão maior e mais poderoso. A sensação de que homens de poder podem nos lançar a um precipício, ao mesmo tempo em que permanecem alheios ao seu eleitorado e imunes aos conselhos de sua administração, é bastante perturbadora. O fenômeno Trump nos remete, no entanto, a uma intuição bastante antiga, a de que o poder tende a intoxicar e a corromper. Estudos recentes não só confirmam essa intuição, mas descrevem como o poder intoxica (Figura 1) e sugerem o que fazer para evitar que isso ocorra.
Continuar lendo


“Uísque ou água de coco pra mim tanto faz…” era parte de uma música bastante popular no Brasil, há alguns poucos anos. Se esses hits de sucesso impulsionam a realidade, ou se, na verdade, fazem sucesso porque retratam a realidade é uma pergunta interessante a se fazer. O fato é que, no Brasil, os drinks de vodca, ou whisky, com energético estão cada vez mais marcando presença nas comemorações de todas as faixas etárias, a partir da adolescência.
